O JORNAL – Você confirma ser pré-candidato a prefeito de Lajedo?
PEDRO MELO - Sim. Colocamos o nosso nome a disposição do partido por entender que reunimos as condições necessárias para enfrentar o grande desafio de governar a nossa cidade. A experiência adquirida na participação nos diversos tipos e níveis de gestão (secretário de saúde, vice-prefeito, presidente da Unimed, etc.) e, o conhecimento acumulado sobre a nossa cidade nos garantem a possibilidade de êxito em tal empreitada.
O JORNAL – Você se compromete a, se realmente se candidatar a prefeito, participar de debate público com outros candidatos?
PEDRO MELO – Sim. Tantos quantos houver. Acredito que só o debate transparente, a apresentação e a discussão dos programas e propostas de cada candidato possibilitará ao eleitor discernir entre os que conhecem os problemas, apresentam e discutem as soluções e assumem compromissos que poderão ser cobrados ao longo de um futuro governo.
O JORNAL – As maiores preocupações da população lajedense são com relação a educação, saúde, segurança e geração de emprego e renda. Como o senhor vê essas áreas e pretende solucionar os supostos problemas?
PEDRO MELO – Gestão eficiente, participação popular, controle social e transparência. Estas são as ferramentas essenciais para a solução a curto (curtíssimo), médio e longo prazo. Municipalizar a Educação com comando único, priorizar a Atenção Básica na saúde (responsável por 80% dos problemas), priorizar a Segurança e transformá-la em política de governo diretamente ligada ao gabinete do prefeito e usar a localização estratégica e a geografia favorável para atrair indústrias e/ou serviços para fomentar o emprego e a renda serão as prioridades de um eventual governo caso o meu nome seja o escolhido. O que falta na Educação e Saúde é gestão. Eleições diretas em todos as escolas, concurso público para o preenchimento de todos os cargos e a criação do Agente Comunitário de Educação são medidas imediatas em um eventual governo do nosso nome. Os problemas comuns, falta de médicos por exemplo, serão combatidos com políticas comuns entre os entes federados e assumiremos a função do município na tríade da gestão da saúde pública promovendo a saúde evitando a doença.
O JORNAL – De que forma você se compromete, em sendo eleito o próximo prefeito da cidade, administrar respeitando os princípios básicos previstos na Constituição Federal de Impessoalidade, Publicidade e eficiência, por exemplo?
PEDRO MELO - Cumprindo rigorosamente a Lei e deixando livre a formação dos conselhos (controle social), para fiscalizar e cobrar responsabilidades de todos os órgãos do governo sem dúvida haverá um grande avanço na democratização do poder e na socialização das responsabilidades.
O JORNAL – Como você vê as denúncias de irregularidades envolvendo políticos da cidade?
PEDRO MELO – Com tristeza. Esta é uma página que não precisava ser escrita na nossa história. O que nos assusta é que, como as pessoas começam a perder o medo, a maioria das denúncias são feitas por funcionários e o que é preocupante é que em nenhum momento ninguém da gestão desmente ou apresenta argumentos que mostrem o contrário o que nos faz supor que todas procedem. São denúncias na educação (desvios, perseguições), no CCI (uso de bebidas alcoólicas e feira para funcionários), na saúde, (funcionários fantasmas) e, pasmem, no executivo o prefeito mente para a justiça eleitoral, fere de morte a Lei Orgânica do Município que ele jurou governar e o presidente do Legislativo ( também funcionário fantasma, segundo denúncia), engaveta o pedido de cassação.
Pense nisso #tanahorademudar
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