MATADOURO DE LAJEDO – VERDADES E MENTIRAS
Nada pode ser mais prejudicial para uma população do que a manipulação da verdade e, é isto que descaradamente alguns tentam fazer querendo atribuir culpa a quem não tem e isentar aqueles que a possui.
O INÍCIO – Há mais ou menos quarenta dias o órgão de fiscalização ADAGRO, provocado pelo Ministério Público, autor da denúncia, comunicou ao excelentíssimo prefeito que o matadouro de Lajedo, como outros, não poderia funcionar naquele lugar pelas irregularidades anotadas no auto da infração e ofereceu um prazo para que estas irregularidades fossem sanadas.
A PREPOTÊNCIA – O excelentíssimo prefeito não só não compareceu a reunião para tratativa deste assunto, como não mandou nenhum representante, bem como não solicitou uma prorrogação no prazo já que julgava e procede, insuficiente o ofertado e, quem sabe, confiando na sua arrogância deixou o prazo passar e nada fez para solucionar o problema.
O FATO – Vencido o prazo e nada tendo sido apresentado pelo gestor para o cumprimento da lei coube á única alternativa ao órgão executor da fiscalização que foi cumprir a lei e interditar o matadouro.
A COINCIDÊNCIA – Domingo, próximo passado ao retornar do Bairro Novo, onde realizamos uma visita para ouvirmos a população, nos deparamos com um bovino em estado de decomposição ao ar livre nas imediações do matadouro e o fotografamos para denunciar mais um descaso da administração.
AS MENTIRAS – Primeiro, não foi a “oposição” quem fez a denúncia e sim o Ministério Público; segundo, o animal que ali estava devia, independente de como ali chegou, receber o tratamento adequado pelo órgão municipal responsável; e, terceiro, não foi a fotografia posta no blog do Dr. Pedro Melo quem determinou a presença do órgão fiscalizador mas sim o prazo vencido e as exigências não cumpridas.
A VERDADE – A verdade é que a longa permanência, deste grupo no poder, e não desconheço as conquistas alcançadas, tem causado um grande malefício a nossa cidade tendo em vista a presença deletéria do autoritarismo, da arrogância e da prepotência que fazem com que os protagonistas desta epopeia se sintam acima do bem e do mal e não julguem necessário cumprir as leis e sim querer estabelecer suas próprias leis.
O REPÓRTER – Mesmo diante do caos instalado o governo se ausenta e manda seus asseclas para introduzirem a confusão e tentar induzir as pessoas a acreditar que o “mal” foi causado pelos seus “inimigos” o que evidentemente só foi incorporado pelos fanáticos.
A SOLUÇÃO – Ao sermos procurado por um grupo de marchantes entramos em contato com o prefeito da vizinha Cachoeirinha que, como gestor, entendeu a necessidade de uma solução em curtíssimo espaço de tempo e autorizou a matança naquela cidade.
A ESPERANÇA – Espero que ao invés de se esbaldar nas ladeiras de Olinda, o ausente gestor, encontre uma solução negociada com os órgãos responsáveis, apresente um plano de ação e, aprove na câmara um pagamento para os trabalhadores prejudicados até a solução definitiva. Esse é o seu papel. Esta deveria ser a sua prioridade.
E aí a culpa é de quem?
Pense nisso. #tanahorademudar
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