O Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) vai abrir um procedimento contra a prefeitura de Lajedo no Tribunal de Contas do Estado (TCE) para saber como estão sendo aplicados os recursos do Sistema Único de Saúde.
“Sabemos que os municípios têm recebido mais recursos, mas a situação não muda. O hospital de Lajedo é, na realidade, um ambulatório”, diz Ricardo Paiva, coordenador da Caravana Cremepe-Simepe.
Paiva explica que o Hospital Maria da Penha Dourado não possui equipamentos ou equipe necessária para funcionar como tal: não há bloco cirúrgico em funcionamento, desfibrilador ou laringoscópio, além de não realizar procedimentos básicos como raio X e exame de sangue.
Sem enfermeira chefe, farmacêutico ou nutricionista, conta apenas com uma médica clínica que atende uma média de 100 pacientes em 12 horas de trabalho e só pode ser encontrada até 22h, quando o hospital é fechado.
“Mas tem duas ambulâncias para enviar pacientes para Garanhuns, sendo que Lajedo é uma cidade importante, com 60 mil habitantes. E isto quando os casos não são remetidos para o Recife, enquanto os pacientes vão sofrendo”, diz.
Por exemplo, no caso de cesarianas, não há sala de parto, e as grávidas que necessitam do procedimento são transferidas para Garanhuns.
Basta! Lajedo merecia um presente melhor no seu aniversário.
São treze anos e meio de poder absoluto do atual governo. Portanto, não existe desculpa para o caos instalado na saúde do nosso município com o total descaso da atual administração. Já não é apenas uma voz isolada (a minha), agora foram os órgãos responsáveis pela fiscalização do exercício da medicina (CREMEPE) e da categoria médica (SIMEPE) que constataram a veracidade das minhas incansáveis denúncias aqui mesmo neste veículo de comunicação.
Chega a ser desleal com a população o tratamento dispensado pela atual gestão para com os problemas da nossa cidade, em especial com a saúde pública municipal. Como se já não bastasse o lixo, o mato crescendo em todas as ruas (ainda bem que o asfalto agora vai esconder), a buraqueira em todas as ruas, o desperdício de dinheiro público com os calçamentos do tipo “Sonrisal” , a falta de respeito com a inteligência do cidadão lajedense, vide as explicações para a não recuperação do abrigo da parada de ônibus no Planalto, agora tornou-se regra, já não é mais uma exceção, agora não tem médico, não tem exames, não tem consultas especializadas, não tem enfermeira, não tem nutricionista, não tem prefeito... Afinal, não tem é NADA.
Por outro lado temos excesso de autoritarismo, exagero de prepotência e, um novo dado, o cinismo. Afinal como classificar a cobrança de um governante pelos elogios pelo fato de ter feito sua obrigação?
Estive no aterro sanitário e encontrei, em grande quantidade, o símbolo de que aquilo não está funcionando como deve: os urubus.
A Casa de Parto continua executando diariamente um crime de lesa pátria com a ausência criminosa do profissional obstetra e do profissional pediatra, gerando para o futuro uma legião de sequelados. Onde está o legislativo para provocar o Ministério Público para que o mesmo intervenha e interrompa essa “linha de produção” de futuros deficientes?
O hospital municipal, ou ambulatório como bem classificou o coordenador da caravana do CREMEPE/SIMEPE, com horário pré-determinado para abertura e fechamento, como se fosse uma simples bodega. Os exames de baixa complexidade são realizados precariamente, os de média raramente são conseguidos e os de alta só com o apelo a misericórdia de Deus.
Transporte para fora do domicílio, que é uma obrigação constitucional do município, transformou-se em uma verdadeira via sacra onde a população vê-se obrigada a cumprir pelo menos doze (o 12 que é bom, lembram?) estações de sofrimento para conseguir uma vaga.
Cirurgias viraram uma epopéia onde um vereador foi satanizado porque consegue através de outros meios a realização do mínimo exigido para atenção da população.
A farmácia, que já foi modelo de gestão, torna-se obsoleta na prestação do serviço primordial para a sua existência, a distribuição, controle e avaliação dos medicamentos utilizados pela população referenciada. As unidades básicas de saúde da família fazem parte de um perverso enredo de enganação da população com a participação e conivência dos gestores locais.
Acrescente-se a tudo isto a ausência despudorada do gestor, a falência completa de um modelo de gestão sustentada exclusivamente no culto à personalidade, some-se altas doses de incompetência e você terá em mãos a fórmula para o total abandono em que se encontra a nossa querida Lajedo, gerando, entre outras coisas, a falta de esperança nas pessoas de que de fato alguém tem o dever de cuidar da nossa cidade.
Ora, assim fica fácil de entender o que é que está se passando com a nossa terra. Enquanto os (i)responsáveis se abstraem de suas responsabilidades o povo fica a mercê da sua própria sorte. Alguém tem dúvidas que isto tem contribuído de forma generosa para o desequilíbrio nas relações sociais da nossa cidade, gerando como subproduto a violência que tem sido a grande vilã dos nossos dias, ceifando vidas e provocando a tristeza e a dor nos lares lajedenses?
Portanto, CHEGA! Vamos dar um basta nesta situação. Vamos cobrar a quem de direito um posicionamento claro a respeito das mazelas que nos afligem. Vamos exigir a presença física do gestor onde ele é pago para estar. Vamos esclarecer os comentários de que alguém está trabalhando “contra” aquilo de que necessitamos para não “beneficiar” o autor da proposta. Por fim vamos nos unir contra aqueles que de maneira enganosa esperam manter-se no poder às custas da mentira, da falta de pudor, da irresponsabilidade, com um continuísmo que só tem feito mal a toda uma população que está cansada de esperar que alguém grite bem alto: Ei! Estamos aqui para o que der e vier... Porque nós estamos.
São treze anos e meio de poder absoluto do atual governo. Portanto, não existe desculpa para o caos instalado na saúde do nosso município com o total descaso da atual administração. Já não é apenas uma voz isolada (a minha), agora foram os órgãos responsáveis pela fiscalização do exercício da medicina (CREMEPE) e da categoria médica (SIMEPE) que constataram a veracidade das minhas incansáveis denúncias aqui mesmo neste veículo de comunicação.
Chega a ser desleal com a população o tratamento dispensado pela atual gestão para com os problemas da nossa cidade, em especial com a saúde pública municipal. Como se já não bastasse o lixo, o mato crescendo em todas as ruas (ainda bem que o asfalto agora vai esconder), a buraqueira em todas as ruas, o desperdício de dinheiro público com os calçamentos do tipo “Sonrisal” , a falta de respeito com a inteligência do cidadão lajedense, vide as explicações para a não recuperação do abrigo da parada de ônibus no Planalto, agora tornou-se regra, já não é mais uma exceção, agora não tem médico, não tem exames, não tem consultas especializadas, não tem enfermeira, não tem nutricionista, não tem prefeito... Afinal, não tem é NADA.
Por outro lado temos excesso de autoritarismo, exagero de prepotência e, um novo dado, o cinismo. Afinal como classificar a cobrança de um governante pelos elogios pelo fato de ter feito sua obrigação?
Estive no aterro sanitário e encontrei, em grande quantidade, o símbolo de que aquilo não está funcionando como deve: os urubus.
A Casa de Parto continua executando diariamente um crime de lesa pátria com a ausência criminosa do profissional obstetra e do profissional pediatra, gerando para o futuro uma legião de sequelados. Onde está o legislativo para provocar o Ministério Público para que o mesmo intervenha e interrompa essa “linha de produção” de futuros deficientes?
O hospital municipal, ou ambulatório como bem classificou o coordenador da caravana do CREMEPE/SIMEPE, com horário pré-determinado para abertura e fechamento, como se fosse uma simples bodega. Os exames de baixa complexidade são realizados precariamente, os de média raramente são conseguidos e os de alta só com o apelo a misericórdia de Deus.
Transporte para fora do domicílio, que é uma obrigação constitucional do município, transformou-se em uma verdadeira via sacra onde a população vê-se obrigada a cumprir pelo menos doze (o 12 que é bom, lembram?) estações de sofrimento para conseguir uma vaga.
Cirurgias viraram uma epopéia onde um vereador foi satanizado porque consegue através de outros meios a realização do mínimo exigido para atenção da população.
A farmácia, que já foi modelo de gestão, torna-se obsoleta na prestação do serviço primordial para a sua existência, a distribuição, controle e avaliação dos medicamentos utilizados pela população referenciada. As unidades básicas de saúde da família fazem parte de um perverso enredo de enganação da população com a participação e conivência dos gestores locais.
Acrescente-se a tudo isto a ausência despudorada do gestor, a falência completa de um modelo de gestão sustentada exclusivamente no culto à personalidade, some-se altas doses de incompetência e você terá em mãos a fórmula para o total abandono em que se encontra a nossa querida Lajedo, gerando, entre outras coisas, a falta de esperança nas pessoas de que de fato alguém tem o dever de cuidar da nossa cidade.
Ora, assim fica fácil de entender o que é que está se passando com a nossa terra. Enquanto os (i)responsáveis se abstraem de suas responsabilidades o povo fica a mercê da sua própria sorte. Alguém tem dúvidas que isto tem contribuído de forma generosa para o desequilíbrio nas relações sociais da nossa cidade, gerando como subproduto a violência que tem sido a grande vilã dos nossos dias, ceifando vidas e provocando a tristeza e a dor nos lares lajedenses?
Portanto, CHEGA! Vamos dar um basta nesta situação. Vamos cobrar a quem de direito um posicionamento claro a respeito das mazelas que nos afligem. Vamos exigir a presença física do gestor onde ele é pago para estar. Vamos esclarecer os comentários de que alguém está trabalhando “contra” aquilo de que necessitamos para não “beneficiar” o autor da proposta. Por fim vamos nos unir contra aqueles que de maneira enganosa esperam manter-se no poder às custas da mentira, da falta de pudor, da irresponsabilidade, com um continuísmo que só tem feito mal a toda uma população que está cansada de esperar que alguém grite bem alto: Ei! Estamos aqui para o que der e vier... Porque nós estamos.
SUGESTÃO: Sugiro aos gestores de nossa cidade a aposição de uma placa onde se leia as explicações para o significado do monumento erguido na entrada da cidade, pois custa-nos entender o que representa ou quer representar “aquilo”.
Acertando os pontos com Pedro Melo, coluna do Jornal Tribuna emJunho de 2010.
De lá para cá, o que mudou?
Pense nisso #tanahorademudar
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