Você pode dizer que sou um sonhador. Mas eu não sou o único. Eu espero que algum dia, você junte-se a nós. E o mundo viverá como um só. John Lennon
Janeiro – O Feijão e o Sonho – iniciamos o ano sendo surpreendidos pela irresponsabilidade da gestão que distribuiu alimentos impróprios para o consumo humano junto à população carente, dando uma prova inequívoca do desrespeito inerente ao atual governo.
Fevereiro – Os Doze Trabalhos de Hércules – sugerimos através deste veículo doze ações que poderiam retirar a nossa cidade do marasmo governamental em que a mesma se encontra. Destas, apenas uma, por iniciativa do governo do Estado foi realizada.
Março – Acorda Lajedo, acorda – lamentamos a ausência de uma política pública municipal de resgate das nossas tradições e da absoluta falta de incentivo aos movimentos culturais de nossa cidade.
Abril – A Soma de Todos os Medos – após uma série de denúncias via telefone e por e-mail relatamos aqui a soma de todos os medos que nos perseguem e, ao que parece, não tira o sono dos nossos governantes pois, fatos denunciados no mês de abril ainda hoje carecem de respostas efetivas do poder público.
Maio – Adeus Dr. Dourado – registro da perda de um de seus mais ilustres habitantes.
Junho – O Beijo no Asfalto – prova irrefutável da mais absoluta falta de representatividade da nossa cidade, o asfalto que já faz parte da realidade da maioria dos municípios circunvizinhos chega ao nosso exclusivamente pelo empenho do governador do Estado.
Julho – Por que Tamanha Judiação – o sofrimento continua. O asfalto é feito às pressas numa tentativa de “convencer” os eleitores do empenho do seu representante legislativo, o que absolutamente não surtiu nenhum efeito eleitoral.
Agosto – Orgulho & Preconceito – a vergonha de ser mal governado ficou visível quando fomos chamados a fazer parte do grupo que deveria oferecer ao Presidente da República nossa competência e tivemos expostas nossas mazelas.
Setembro – Pintando o Sete – um pouco antes da eleição revisamos aqui as condições em que se apresentavam os candidatos e suas histórias, para ajudar na decisão que tomaríamos cerca de 30 dias depois.
Outubro – Que vergonha, Lajedo – aqui antevemos aquilo que as urnas iriam nos mostrar, o primeiro sinal de que as tão ansiadas mudanças estão começando a surgir.
Novembro – O Fim do III Reich – o resultado desastrado nas eleições ajudou a tirar a máscara do até então “amigo de fé” que não resistiu ao pífio resultado apresentado pelo seu candidato e mostrou as “garras”.
Dezembro – Ao Mestre com Carinho – para coroar um ano de absoluta falta de compromisso com a cidade que deveria governar, o atual governo despreza, maltrata e humilha àqueles a quem deveria reverenciar, os professores.
Revistando todos os artigos que escrevemos no ano passado, resta-nos a impressão que nenhum outro título seria tão expressivo no início deste do que o título do romance dos anos oitenta, FELIZ ANO VELHO, porque é assim que recebemos o ANO NOVO com a certeza de que perdemos mais um da nossa história.
Secretários incompetentes e inoperantes são mantidos nos cargos sem nenhum motivo que justifique tamanha falta de respeito á população. A educação e a saúde continuam tão medíocres quanto medíocre é o nosso governo. E os funcionários além de mal pagos agora são diariamente desrespeitados por paus-mandados cuja competência se restringe ao exercício ridículo do puxassaquismo.
Denúncias pipocam em todos os lugares, professores com carga horária incompatíveis, alunos fantasmas, merenda de péssima qualidade e agora venda da água que deveria abastecer os órgãos públicos, obrigando os funcionários a comprar com seus próprios recursos este líquido vital para as repartições onde labutam.
Diante de tudo isto resta-nos o consolo de que chegamos a metade deste desgoverno e que agora cada dia será um dia a menos para o dia em que teremos novamente a oportunidade de dar um basta nesta história cujo sucesso só pertence a uma meia dúzia que não se cansa de mentir, enganar e fazer de conta que faz aquilo que seria sua obrigação fazer.
Durante todo este ANO NOVO estaremos aqui mês a mês registrando a nossa insatisfação com os rumos tomados pelos que atualmente governam nossa cidade e, atentos tentaremos mostrar a todos que as mudanças se fazem necessárias, não pelo ato de uma vontade individual mas sim pela decisão coletiva que precisa impor-se a vontade deste que pelo tempo que está no poder julga-se dono da vontade das pessoas.
Acertando os pontos com Pedro Melo, coluna do Jornal Tribuna em Janeiro de 2011.
De lá para cá, o que mudou?
Pense nisso #tanahorademudar
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