quarta-feira, 4 de abril de 2012

A número UM

Existem apenas duas tragédias na vida: uma é você não conseguir o que quer; a outra, é conseguir
 De agora em diante estaremos presentes, mês a mês, de uma forma diferente da que estávamos acostumados a aparecer nos últimos três anos neste veículo de comunicação. Os assuntos do dia a dia da nossa cidade, do nosso estado e do nosso país, que interfiram direta ou indiretamente na nossa vida política serão aqui abordados de forma isenta com o intuito apenas de informar e ajudar a formar opinião. Este ano carrega no seu bojo o episódio eleitoral onde iremos escolher o novo prefeito e a nova câmara de vereadores da nossa cidade. A transferência do domicílio eleitoral do atual chefe do executivo foi, sem dúvidas, o fato político do ano que acabou. Na situação fica a cada dia mais claro a “briga entre irmãos” para ver quem indica o candidato a sucessão. Correndo, por fora e sem chances de ser indicado estão o vice-prefeito, que assumirá o governo em abril e poderá “embolar o meio de campo” e o vereador desprezado pelos “donos” do partido. Pela vontade dos caciques um ex-prefeito é de longe o preferido e caso aceite de novo “ir para o sacrifício” terá que explicar e convencer a população essa “sua” decisão. Na oposição os nomes do ex-vereador Diogo Quintino, do vereador Rossine e do Dr. Pedro Melo são os que se apresentam no momento, podendo surgir outros, entre eles o do ex-prefeito Adelmo Duarte. As cartas estão postas e o jogo começa a ser jogado. Diante disto, cabe ao eleitor está atento as ideias e propostas de cada um para os cada vez mais graves problemas da nossa terra e as possíveis soluções apresentadas e, de maneira livre, independente e soberana, escolher àquele a quem caberá a honrosa missão de governar a nossa cidade nos próximos quatro anos.


 CÉU DE BRIGADEIRO – Pesquisas realizadas e que não podem ser divulgadas em cumprimento a lei, apresentam um índice de aprovação do governo da Presidente Dilma na casa dos 70% e do governador Eduardo em torno de 50% de ótimo e bom. Já o governo municipal...

 SURPRESA – Duas constatações surpreendem. A primeira o índice de rejeição do outrora imbatível postulante e a segunda a intenção de votos do “rejeitado” pelos donos do partido em Lajedo.

 O QUE O POVO QUER – Para 80% da população o maior problema está localizado na área da saúde que o atual governo foi incompetente para resolver, e que um desinformado vereador debochou do povo (des)informando que um acordo teria sido feito com os médicos (???) que trabalhariam por esse ridículo (para a categoria), salário.

 PERGUNTAR NÃO OFENDE – Quem irá dizer ao vice-prefeito que ele não será candidato á reeleição mesmo que esteja fazendo um governo melhor do que essa mediocridade instalada na Praça Joaquim Nabuco?

 AVISO AOS NAVEGANTES – É cada vez mais impressionante a capacidade que alguns energúmenos apresentam de criar fatos absolutamente desprovidos da realidade na inútil tentativa de criar uma situação de constrangimento entre este signatário e o vereador Rossini. Desde a eleição de 2010 fizemos um pacto onde, em tempo hábil, faremos uma pesquisa e àquele que apresentar o maior índice de intenção de votos será o candidato e contará com o apoio irrestrito do segundo colocado. Para desespero de alguns, isto é uma realidade. Sabemos que feridas ainda existem com o outro postulante, mas, não criaremos nenhum obstáculo caso seja do seu interesse compor conosco ao invés de disputar em faixa própria e, sem nenhuma cerimônia, aceitaremos a candidatura daquele que apresentar a preferência da maioria do eleitorado. O desentendimento passado, fruto da nossa imaturidade, pode e deve ser superado se o bem maior coletivo for superior ás necessidades individuais e estaremos sempre abertos ao diálogo e ao entendimento se esse for o desejo das partes.

 QUEM AMA CUIDA – Não é, como alguns tentam mostrar, um fato isolado o ridículo episódio do erro exposto na internet para todo o mundo da faixa de “FELIS NATAL”. Quem acompanha atentamente as “homenagens” nas faixas e banners das datas comemorativas na nossa cidade sabe que duas coisas nelas são abundantes: a falta de criatividade e os erros gramaticais.

 FALA SÉRIO – Diante da enxurrada de denúncias apresentadas nos últimos dias sem que nenhum representante do governo tenha se pronunciado para defender os acusados ou justificar os ocorridos, só nos resta uma de duas conclusões. Tudo é verdade e ninguém tem coragem de defender o indefensável ou este governo se julga acima do bem e do mal, da lei e da ordem e não precisa justificar nada a ninguém.

 SAÚDE – UM DIREITO DE TODOS – Lamentável o estado caótico em que se encontra a saúde do nosso município e não me venham com essa “conversa mole” de que “está assim em todo canto”, porque não está. Está assim nos lugares onde não tem governo. Está assim nas cidades que não tem gestão. Não está faltando médico. Está faltando seriedade no trato do bem maior da população que é a vida. Apresente uma proposta salarial decente, compatível com a carga horária e ofereça condições adequadas de trabalho que o profissional demonstrará interesse de aqui labutar. Se não souber onde tem médico, pergunte-me que eu sei. Vamos despolitizar essa questão porque saúde é coisa séria e os profissionais que trabalham em precárias condições, merecem respeito e gratidão porque são eles que sofrem, na ponta do sistema, o peso da irresponsabilidade dos maus gestores. Chega de descaso, chega de descompromisso, chega de mediocridade. Saúde tem de ser prioridade. Respeito é bom e todo mundo gosta.

 A FALTA QUE A FALTA FAZ – Impressionante a falta de respeito da câmara de vereadores com aqueles que neles depositaram sua confiança. Submissa, dependente e incoerente, são adjetivos que podem ser utilizados para a sua classificação.

 
 
Acertando os pontos com Pedro Melo, coluna do Jornal Tribuna em Janeiro de 2012.
De lá para cá, o que mudou?

Pense nisso. #tanahorademudar

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