5.268... 4.351... 6.947... 7.042... 7.151... 6.678...
Uma das características marcantes de todos os tiranos da história universal é atribuir a outrem as suas fraquezas e os seus fracassos. Aqui entre nós, na atualidade, temos exemplos do que vem a ser a transferência de responsabilidades quando vemos alguns governantes querendo atribuir a outros a história de suas derrotas.
A história recente da política da nossa cidade tem nos apresentado condições excepcionais para a construção de um senso crítico que nos permita perceber a importância de não nos deixar contaminar pela falsa propaganda que, ao modelo nazista tenta impregnar em cada um de nós a falsa sensação de que estamos bem ou está tudo bem.
Em que pese as minhas constantes críticas ao modelo educacional imposto a nossa infância e juventude, que pelo tempo no poder, deveria apresentar melhores resultados, mesmo fazendo sérias restrições a forma inadequada como a gestora trata os seus colaboradores, que por vezes nos remonta à época da escravidão, não posso deixar de manifestar neste espaço a minha indignação quanto ao tratamento que, segundo se comenta, tem sido dado a sua pessoa pelo pífio desempenho eleitoral de um candidato a deputado que já não apresenta nenhuma razão para que nele se deposite sequer um voto, a exemplo dos eleitores da nossa vizinha Jurema, onde o mesmo já foi majoritário e que nestas eleições teve o impressionante número de pouco mais de duas dezenas de votos.
Atribuir à decepcionante votação de um candidato que já foi votado por meia dúzia de vezes a falta de empenho de alguém que transgrediu todas as regras na incessante e incansável tarefa de “impor” a seus subordinados um verdadeiro “mantra”, que ao que parece começa a se desmanchar é, felizmente, a retirada de vez da “máscara” que alguém durante todo este tempo usou e que só agora parece acontecer, tal qual na fábula, que alguém teve a ousadia de dizer: O REI ESTÁ NU.
Portanto, demitir ou trocar de função àquela a quem poucos nunca deveram tanto e a quem tantos desejam muito a sua retirada do cenário político e cultural da nossa cidade seria a prova insofismável de que sempre tivemos razão quando por tantas vezes aqui mesmo neste espaço pedimos, imploramos, denunciamos, apelamos, e apesar de tudo, éramos criticados por alguns, que hoje me fornecem informações suficientes para que eu possa subsidiar estes artigos e que como eu torcem para que, quem de direito, faça aquilo que todos nós esperamos: Afastar da secretaria da educação àqueles que não podem ninguém educar e colocar no seu lugar quem entenda de “Ação Social” já que foi isto que se fez nestes 14 anos nesta secretaria para os mesmos.
Acredito que a oportunidade de aproveitar um desempenho medíocre de um candidato que propagava aos quatro cantos que teria uma votação excepcional seja uma forma ímpar de expurgar de um governo àqueles que mesmo diante de todas as oportunidades não conseguiram impor nas suas pastas uma forma diferente de fazer o mesmo porque já não conseguem satisfazer os anseios até mesmo de seus próprios pares.
Com um desempenho muito abaixo do esperado numa área considerada vital para qualquer governo a Secretaria de Infra Estrutura e Obras tem se mostrado incapaz de responder as necessidades mínimas de uma cidade do porte da nossa, e isso requer uma resposta rápida do gestor, porque, afinal, lá se vão dois anos de completa inatividade e ausência total de ações reparadoras às demandas dos nossos munícipes.
Não quero ser pretensioso ao ponto de achar que sou a pessoa mais indicada a sugerir a quem quer que seja a melhor forma de agir. Mais também não sou capaz de me furtar ao direito de opinar a respeito de assuntos que dizem respeito ao bem estar da nossa população. Portanto, ainda que corra o risco de ser mal interpretado, afinal não se aconselha adversário, aqui faço, talvez, o mais apropriado conselho: Demitam o responsável pela pasta...
Contrariando Maquiavel que ensina na sua obra prima, “O Príncipe”, que a bondade deve ser feita a conta-gotas e a maldade de uma só vez, acho que no caso em tela a bondade deveria ser feita em dose única e já que estamos falando num expurgo necessário pra que o atual gestor salve o resto do seu mandato e consiga pelo menos encerrar sua gestão como um mediano governante acredito que o mesmo deveria aproveitar o “tsunami” eleitoral e fazer uma substituição em uma das áreas que em qualquer governo deve ser prioritária e que na atual gestão tem sido relegado a um plano bem inferior sendo, sem dúvidas, uma das áreas mais críticas do seu (des)governo: a área da SAÚDE.
Caso eu fizesse parte do restrito grupo que se atreve a falar a verdade para o “chefe” eu lhe diria: Aproveite e substitua quem não foi capaz de responder a altura tanta “confiança”...
Uma das características marcantes de todos os tiranos da história universal é atribuir a outrem as suas fraquezas e os seus fracassos. Aqui entre nós, na atualidade, temos exemplos do que vem a ser a transferência de responsabilidades quando vemos alguns governantes querendo atribuir a outros a história de suas derrotas.
A história recente da política da nossa cidade tem nos apresentado condições excepcionais para a construção de um senso crítico que nos permita perceber a importância de não nos deixar contaminar pela falsa propaganda que, ao modelo nazista tenta impregnar em cada um de nós a falsa sensação de que estamos bem ou está tudo bem.
Em que pese as minhas constantes críticas ao modelo educacional imposto a nossa infância e juventude, que pelo tempo no poder, deveria apresentar melhores resultados, mesmo fazendo sérias restrições a forma inadequada como a gestora trata os seus colaboradores, que por vezes nos remonta à época da escravidão, não posso deixar de manifestar neste espaço a minha indignação quanto ao tratamento que, segundo se comenta, tem sido dado a sua pessoa pelo pífio desempenho eleitoral de um candidato a deputado que já não apresenta nenhuma razão para que nele se deposite sequer um voto, a exemplo dos eleitores da nossa vizinha Jurema, onde o mesmo já foi majoritário e que nestas eleições teve o impressionante número de pouco mais de duas dezenas de votos.
Atribuir à decepcionante votação de um candidato que já foi votado por meia dúzia de vezes a falta de empenho de alguém que transgrediu todas as regras na incessante e incansável tarefa de “impor” a seus subordinados um verdadeiro “mantra”, que ao que parece começa a se desmanchar é, felizmente, a retirada de vez da “máscara” que alguém durante todo este tempo usou e que só agora parece acontecer, tal qual na fábula, que alguém teve a ousadia de dizer: O REI ESTÁ NU.
Portanto, demitir ou trocar de função àquela a quem poucos nunca deveram tanto e a quem tantos desejam muito a sua retirada do cenário político e cultural da nossa cidade seria a prova insofismável de que sempre tivemos razão quando por tantas vezes aqui mesmo neste espaço pedimos, imploramos, denunciamos, apelamos, e apesar de tudo, éramos criticados por alguns, que hoje me fornecem informações suficientes para que eu possa subsidiar estes artigos e que como eu torcem para que, quem de direito, faça aquilo que todos nós esperamos: Afastar da secretaria da educação àqueles que não podem ninguém educar e colocar no seu lugar quem entenda de “Ação Social” já que foi isto que se fez nestes 14 anos nesta secretaria para os mesmos.
Acredito que a oportunidade de aproveitar um desempenho medíocre de um candidato que propagava aos quatro cantos que teria uma votação excepcional seja uma forma ímpar de expurgar de um governo àqueles que mesmo diante de todas as oportunidades não conseguiram impor nas suas pastas uma forma diferente de fazer o mesmo porque já não conseguem satisfazer os anseios até mesmo de seus próprios pares.
Com um desempenho muito abaixo do esperado numa área considerada vital para qualquer governo a Secretaria de Infra Estrutura e Obras tem se mostrado incapaz de responder as necessidades mínimas de uma cidade do porte da nossa, e isso requer uma resposta rápida do gestor, porque, afinal, lá se vão dois anos de completa inatividade e ausência total de ações reparadoras às demandas dos nossos munícipes.
Não quero ser pretensioso ao ponto de achar que sou a pessoa mais indicada a sugerir a quem quer que seja a melhor forma de agir. Mais também não sou capaz de me furtar ao direito de opinar a respeito de assuntos que dizem respeito ao bem estar da nossa população. Portanto, ainda que corra o risco de ser mal interpretado, afinal não se aconselha adversário, aqui faço, talvez, o mais apropriado conselho: Demitam o responsável pela pasta...
Contrariando Maquiavel que ensina na sua obra prima, “O Príncipe”, que a bondade deve ser feita a conta-gotas e a maldade de uma só vez, acho que no caso em tela a bondade deveria ser feita em dose única e já que estamos falando num expurgo necessário pra que o atual gestor salve o resto do seu mandato e consiga pelo menos encerrar sua gestão como um mediano governante acredito que o mesmo deveria aproveitar o “tsunami” eleitoral e fazer uma substituição em uma das áreas que em qualquer governo deve ser prioritária e que na atual gestão tem sido relegado a um plano bem inferior sendo, sem dúvidas, uma das áreas mais críticas do seu (des)governo: a área da SAÚDE.
Caso eu fizesse parte do restrito grupo que se atreve a falar a verdade para o “chefe” eu lhe diria: Aproveite e substitua quem não foi capaz de responder a altura tanta “confiança”...
Acertando os pontos com Pedro Melo, coluna do Jornal Tribuna em Novembro de 2010.
De lá para cá, o que mudou?
Pense nisso #tanahorademudar
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