quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

MINHA VIDA É ANDAR POR ESSE PAÍS...



E quanto mais eu ando mais me entristeço. Sempre que viajo costumo observar as pessoas, os costumes e principalmente às cidades. Se viajar é motivo de alegria constatar as discrepâncias existentes entre a nossa querida Lajedo e outras cidades, sejam elas do mesmo porte, menores ou maiores é, como diria o poeta, “de cortar coração”...

Raro é a cidade que não tem um pórtico que lhe identifica logo na entrada onde obrigatoriamente está inscrito o seu NOME; o cuidado com as margens que atravessam o seu perímetro urbano com uma arborização diferenciada é quase que unânime; a presença de casas de ferro velho, uma raridade e o cuidado com a coleta diária do lixo uma obrigação.

Causa-me pânico imaginar que a “pavimentação” de um acesso de povoado com entulho de um recapeamento mereça destaque em qualquer meio de comunicação (ah! não me venham com hipocrisia de que se fosse eu que morasse lá eu queria, que a poeira vai diminuir etc., etc., etc.), claro que é melhor do que o desprezo com que foi tratado por anos, mas daí a virar propaganda de governo, paciência.

Ao cruzar uma cidade onde contei mais de vinte ônibus para o transporte escolar (cidade do mesmo porte da nossa), imaginei o caos urbano que seria o “desfile” de todas essas unidades no nosso município afinal com uma simples ambulância tipo A, sem nenhum equipamento que mereça destaque, fez-se um verdadeiro escarcéu imaginem com uma frota...

#simplesassim

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