E quanto mais eu ando mais me
entristeço. Sempre que viajo costumo observar as pessoas, os costumes e
principalmente às cidades. Se viajar é motivo de alegria constatar as
discrepâncias existentes entre a nossa querida Lajedo e outras cidades, sejam
elas do mesmo porte, menores ou maiores é, como diria o poeta, “de cortar
coração”...
Raro é a cidade que não tem um
pórtico que lhe identifica logo na entrada onde obrigatoriamente está inscrito
o seu NOME; o cuidado com as margens que atravessam o seu perímetro urbano com
uma arborização diferenciada é quase que unânime; a presença de casas de ferro
velho, uma raridade e o cuidado com a coleta diária do lixo uma obrigação.
Causa-me pânico imaginar que a
“pavimentação” de um acesso de povoado com entulho de um recapeamento mereça
destaque em qualquer meio de comunicação (ah! não me venham com hipocrisia de
que se fosse eu que morasse lá eu queria, que a poeira vai diminuir etc., etc.,
etc.), claro que é melhor do que o desprezo com que foi tratado por anos, mas
daí a virar propaganda de governo, paciência.
Ao cruzar uma cidade onde contei
mais de vinte ônibus para o transporte escolar (cidade do mesmo porte da
nossa), imaginei o caos urbano que seria o “desfile” de todas essas unidades no
nosso município afinal com uma simples ambulância tipo A, sem nenhum
equipamento que mereça destaque, fez-se um verdadeiro escarcéu imaginem com uma
frota...
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